Poupo-me (e poupo-vos) aqui, agora, a uma estampa do Senhor Doutor Miguel Relvas. Para não afeiar demais este sótão poeirento, para não vos estragar a perspectiva quase neo-gótica das coisas sérias que vos acalentam e para não acabar de vez com a cultura.
Vamos acabar por correr com eles. Primeiro vamos correr à frente deles, fugindo deles com medo deles e das suas polícias adequadas. Depois havemos de nos cansar e, por mero cansaço, estacaremos. Logo a seguir seremos alcançados pela canzoada, que nos latirá mais forte no pressentimento da nossa próxima sangueira na sua dentuça.
Desdentá-los-emos.
Verbo difícil, este, "desdentar", na sua pouco provável mas fatal transitividade. Muitos de nós perderemos dentes, também. Isso é mais fácil.
Subscrevo, besugo. Vou deslocalizar (só para contextualizar os latidos da canzoada) os teus votos no meu cantinho. Saúde!
ResponderEliminarGrande post. Desdentá-los-emos pois. Um bom ano!
ResponderEliminarSinceros votos de um menos mal 2012, besugo. Que venha cá mais que faz falta. A sério, vamos lá a botar faladura. Tchim tchim!
ResponderEliminarhttp://asombraquemepersegue.blogspot.com/2012/01/carta-semi-aberta-ao-sr-primeiro.html
ResponderEliminarObrigado pela poupança na estampagem. A ubiquidade tem limites.
ResponderEliminarAbraço.
Vamos! Bom ano para ti, porque apesar de tudo, vamos conseguir tê-lo.
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